Alexandre Milhoranza Teologia com qualidade e vida | Estudos teológicos no Antigo Testamento e Novo Testamento

O Sermão da Montanha – Os mansos

Publicado em Estudos no Novo Testamento O Sermão da Montanha no dia 23 de maio de 2016

Sermão da Montanha - Os mansos

O Sermão da Montanha – Os mansos

O Sermão da Montanha exige o contrário dos cidadãos do Reino dos Céus, pois o sistema de pensamento atual nos pede para ganharmos o mundo. E muitas vezes, para conquistarmos o mundo é preciso ser agressivo, autoritário ou mostrar algum tipo de poder. Pede-se que passemos por cima de todos para ganharmos tudo.

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O Sermão da Montanha – Aqueles que choram

Publicado em Estudos no Novo Testamento O Sermão da Montanha no dia 28 de março de 2016

Sermão da Montanha - Aqueles que choram

O Sermão da Montanha – Aqueles que choram

No Sermão da Montanha, após Jesus tratar sobre os pobres de espírito, ele continua a inverter a ordem natural do pensamento do mundo, pois este tenta evitar a todo o custo o choro e as lágrimas. Somos sempre aconselhados a esquecer os nossos problemas e as nossas preocupações, pois a proposta é sempre a mesma: “seja o mais feliz possível esquecendo-se seus problemas”.

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O Sermão da Montanha – Os pobres de espírito

Publicado em O Sermão da Montanha no dia 2 de dezembro de 2015

Sermão da Montanha - Os pobres em Espírito

“Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus.” (Mateus 5:3).

Jesus começa começa o Sermão da Montanha destacando uma das características do cidadão do Reino dos céus. Este verso é a chave para compreendermos todos os demais ensinamentos de Jesus dados nessa ocasião. Ao afirmar que o Reino dos céus pertence aos pobres em espírito, Jesus está dizendo que todos os seus mandamentos são para as pessoas dessa natureza. Assim, os ensinos deste Sermão não são para toda a multidão.

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O Sermão da Montanha – As bem aventuranças

Publicado em O Sermão da Montanha no dia 28 de outubro de 2015

Sermão da Montanha

No trecho do Sermão da Montanha, conhecido como “bem aventuranças” (Mateus 5:3-12) Jesus trata do caráter do seu discípulo, isto é, quais são as características que fazem dele um verdadeiro seguidor. Entretanto, as bem aventuranças não se tratam de aspectos de um cristão nobre ou íntegro, nem foram dadas para cristãos mais piedosos ou mais iluminados.

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O Sermão da Montanha – Seu lugar no evangelho

Publicado em O Sermão da Montanha no dia 7 de outubro de 2015

Sermão da Montanha

O Sermão da Montanha está localizado no texto de Mateus capítulos 5, 6 e 7. Antes, porém, para uma compreensão mais apurada deste texto, devemos entender os textos que estão registrados antes e o ensino que se segue ao Sermão do Monte.

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O sermão da montanha – questões introdutórias

Publicado em O Sermão da Montanha no dia 17 de setembro de 2015

Sermão da Montanha

Antes de entrarmos diretamente no sermão da montanha é preciso considerar algumas coisas. E certas perguntas podem nos ajudar nesse projeto.

Por que devemos estudar o sermão da montanha? Ele se trata de regras da vida? Ele se trata de um manual de ética e moral?

A quem o sermão da montanha foi dirigido? A todo  mundo? Apenas às pessoas daquela época? Ou ao grupo dos discípulos do Cristo?

Qual é o objetivo do sermão do monte? Compreender a lei? Formar uma sociedade moralmente evoluída?

Se todos aqueles que colocarem em prática os preceitos do sermão do monte, a sociedade vai se tornar o reino dos céus em razão do seu teor ético?

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O testemunho e a beligerância cristã

Publicado em Filosofia Cristã no dia 15 de setembro de 2014

Testemunho

O testemunho e a beligerância cristã

Testemunhar é ser martirizado. Sim, a raiz do verbo testemunhar vem do termo martírio em grego. À medida que a maioria dos primeiros cristãos sofria retaliações da sociedade, o termo martírio passou a designar a morte em razão do testemunho de Cristo. O cristão foi chamado para ser um mártir. Portanto, testemunhar era ser martirizado.

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O desespero humano e a possibilidade de salvação

Publicado em Filosofia Cristã no dia 10 de julho de 2014

desespero

O desespero humano e a possibilidade de salvação

1. Introdução

A individualidade, para Kierkegaard é uma ousadia, em virtude do esforço e da raridade com que são projetadas diante de Deus. A relação do homem consigo mesmo, em sua realidade pessoal, é dominada pelo desespero em razão da condição na qual ele se encontra ao cruzar com uma possibilidade seguida de outra sem permanecer, de fato, em nenhuma delas. É por esta razão que Kierkegaard compara o desespero com uma doença1.

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Exercícios exegéticos: Jeremias e o discurso do Templo

Publicado em Exercícios Exegéticos no dia 16 de junho de 2014

Exegese de Jeremias

Exegese de Jeremias 7:1-7: O discurso do Templo

1. Introdução

O desenvolvimento do trabalho exegético em Jeremias apresenta alguns desafios maiores quando comparado a outros profetas. Um desses desafios está na ampla gama de estilos literários adotados por Jeremias. Seus oráculos podem ser encontrados sob a forma de prosa, poesia, narrativas biográficas e discursos diversos. Somado a essa complexidade literária há também o desafio teológico, pois seu conteúdo se assemelha muito com o livro de Deuteronômio e à História Deuteronomista desenvolvida nos livros de Josué a 2 Reis.

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A formação do Cânon do Novo Testamento e as implicações para a Igreja

Publicado em Bibliologia no dia 16 de maio de 2014

cânon do novo testamento

 

Filipe Balieiro
Mestrando em Divindade, Regent College – Vancouver – Canada
Twitter: @f_balieiro
Facebook: Filipe Balieiro
e-mail: balieiro.f@gmail.com

Todos nós sabemos que a bíblia é o livro mais importante do cristianismo, é o livro que regula a fé e a prática de todo cristão. Mas, quando e como a bíblia foi formada? Quem decidiu que esses 27 livros que temos hoje no Novo Testamento seriam os livros oficiais? Tentando responder essas perguntas, discutiremos o fechamento do cânon do Novo Testamento. Alguns anos depois da morte e ressureição de Cristo, as igrejas e os cristãos tinham vários livros que circulavam entre as igrejas e os cristãos sem critério nenhum. Esses livros eram chamados “Escrituras”.i Como não existia nenhuma regra para definir quais livros deveriam circular entre as igrejas, os teólogos discordavam sobre quais livros deveriam circular entre as igrejas. O fato é que a situação ficou insustentável e que em um determinado ponto da historia da igreja foi decidido quais livros iriam compor o novo testamento. Mas, quais foram as influências (internas e externas) que levaram a criação e o fechamento do cânon do Novo Testamento; Que critério foi usado para selecionar esses livros? Quais as implicações do fechamento do cânon para a igreja contemporânea?

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