Estudo sobre o livro de Reis

011 – Reis – Um povo, duas nações

Publicado em Introdução ao Antigo Testamento no dia 18 de maio de 2012

Reis

Introdução ao Livro dos Reis – Um povo, duas nações

Na Bíblia hebraica, tal qual os livros de I e II Samuel, os livros de Reis formam um único volume e se encontram na seção chamada “Profetas Menores” junto com Josué, Juízes e Samuel.

O livro de Reis focaliza as bênçãos e maldições da aliança com Javé registrando os fatos desde a morte de Davi, o trono herdado por Salomão até o esfacelamento dos reinos do Norte e do Sul, isto é, Israel e Judá respectivamente.

A divisão entre os livros de Samuel e Reis não é clara e a divisão ocorreu na tradução do Antigo Testamento em grego (Septuaginta) para que os registros não ficassem tão grandes.

Em Reis fica evidente a apostasia do povo hebreu com o consequente julgamento de Javé.

O livro dos Reis registra a história política de Israel no período da monarquia unida (que começa em torno de 970 a.C.), atravessa a deportação do Reino do Norte, Israel, pela Assíria em 722 a.C., até o exílio para a Babilônia em 586 a.C.

Na história do reino dividido o Reino do Norte, Israel, era politicamente mais instável que o Reino do Sul, Judá. Alguns fatores comprovam isso:

  • Duração mais curta que o Reino do Sul, apenas 209 anos.
  • A violência sempre precedeu a sucessão real.
  • Todos os dezenove reis são considerados maus pelo autor de Reis, pois são acusados de prestarem culto ao bezerro de ouro de Jeroboão.
  • A duração média de um reinado era de 10 anos
  • Nove famílias diferentes reivindicaram o trono de Israel

O Reino do Sul, Judá, ainda sobreviveu por mais um século e meio, chegando a 345 anos de existência, e abaixo estão relacionadas suas principais características:

  • A média de duração do governo de um rei foi de dezessete anos.
  • A família de Davi foi a única a reivindicar o trono de Jerusalém, gerando estabilidade política.
  • O reinado da rainha Atalia (2 Reis 11) foi a única interrupção da sucessão davídica no trono de Judá.
  • Dos dezenove reis de Judá, oito são classificados como bons pelo autor de Reis.

Dois fatos históricos importantes estão registrados no livro dos Reis:

  • Nomeação por Nabucodonosor de Gedalias para o governo de Judá (596 a.C.), e seu assassinato (582 a.C.) – 2 Rs. 25:22-26
  • Libertação do rei Joaquim da Babilônia após a morte de Nabucodonosor (562 a.C. ou 561 a.C.) – 2 Rs. 25:27-30

Em relação à autoria do livro dos Reis, a tradição hebraica atribui ao profeta Jeremias devido às semelhanças entre os relatos de 2 Reis 24 e 25 e Jeremias 52. Além disso, o livro de Reis dá bastante destaque ao papel dos profetas no Antigo Testamento, contudo, analisando-se o propósito, contexto e conteúdo teológico não há evidência suficiente para comprovar esta tese.

Para a produção da história da aliança no livro dos Reis, o autor utilizou ao menos 3 fontes primárias que estão citadas por todo o livro:

  • Registros históricos de Salomão (1 Rs. 11:41)
  • Registros históricos dos reis de Israel (1 Rs. 14:19)
  • Registros históricos dos reis de Judá (1 Rs. 15:23)

Estes documentos provavelmente fazem parte do acervo produzido pelos escribas reais conforme descritos em 2 Sm. 8:16; 20:24-25.

Alguns eruditos ainda acreditam que haja outras fontes para a compilação do livro dos Reis, tais como:

  • As histórias da sucessão de Davi (2 Sm. 9 a 20)
  • A dinastia de Acabe (1 Rs. 16 a 2 Rs. 2)
  • O desenvolvimento profético na era Elias-Eliseu (1 Rs. 17 – 19:21 e 2 Rs. 1 a 13)
  • O profeta Isaías (Isaías 36 a 39 é praticamente idêntico a 2 Rs. 18:13 a 20:19)
  • Os profetas considerados “não literários” (Ex: Aías 1 Rs. 11:29-33; 14:1-16 e Micaías 1 Rs. 22:13-28)

Dadas as evidências histórico-sociais não é errado supor que o livro de Reis tenha sido produzido por volta de 550 a.C. Não é possível ter certeza de que o autor tenha sido algum profeta, mas podemos aferir que ele tinha um amplo conhecimento sobre o teor da aliança entre Javé e Israel, e suas consequências na história.

Estrutura de Reis

O livro de Reis está organizado da seguinte maneira:

  • Rei Salomão (1 Reis 1 – 11)
  • Rei Roboão (1 Reis 12:1-22)
  • Reis de Israel e Judá de 931 a.C. a 853 a.C. (1 Reis 12:22 – 16:34)
    • Jeroboão I, Roboão, Abias, Asa, Nadabe, Baasa, Elá, Zinri, Onri, Acabe
  • Elias e Eliseu (1 Reis 17:1 – 2 Reis 8:15)
    • Rei Josafá, rei Acazias, rei Jorão
  • Reis de Israel e Judá de 852 a.C. a 722 a.C. (2 Reis 8:16 – 2 Reis 17:41)
    • Jeorão, Acazias, Jeú, Atalia e Joás, Jeoacaz, Jeoás, Amazias, Jeroboão II, Azarias, Zacarias, Salum, Menaém, Pecaías, Pecal, Jotão, Acaz, Oséias
  • Queda de Samaria (Israel) – 2 Reis 17:4-41
  • Reino de Judá de 729 a.C. a 586 a.C. (2 Reis 18:1 – 24:17)
    • Ezequias (Assíria contra Judá), Manassés, Amon, Josias, Jeocaz, Jeoaquim (Primeira invasão babilônica), Joaquim (Segunda invasão babilônica)
  • Queda de Jerusalém (Judá) – 2 Reis 25:1-21
  • Governador Gedalias (2 Reis 25:22-26)
  • Joaquim no exílio

As narrativas do livro de Reis abrangem o período da ascensão de Salomão ao trono até a queda de Jerusalém em 586 a.C. Estes fatos estão organizados de forma cronológica de acordo com o interesse do autor em mostrar o que ocorrera devido à desobediência do povo hebreu à aliança com Javé.

Os assuntos, organizados de acordo com a seleção do autor, envolvem:

  • A sabedoria de Salomão (1 Reis 3) e um resumo do seu governo (1 Reis 4)
  • As obras de Salomão antes do Templo de Jerusalém (1 Reis 5:1 – 1 Reis 7:12)
  • Alguns eventos do reinado de Jeroboão I e Ezequias (1 Reis 13; 14:1-20 / 2 Reis 18:7 a 2 Reis 19:37 e 2 Reis 20)
  • Resumo das atividades proféticas de Elias e Eliseu

Estas narrativas são contadas simultaneamente de forma intercalada entre os reis do Norte (Israel) e do Sul (Judá). As histórias dos reis são interrompidas apenas pelos relatos dos profetas Elias (reis Onri e Acabe) e Eliseu (rei Jorão).

As narrativas de Elias e Eliseu não são importantes somente como um registro do profetismo israelita não-literário, mas também como um testemunho da fidelidade de Javé para com Israel, mesmo após a adoração a baal ser instituída como religião oficial do Reino do Norte (Israel) pelo rei Acabe, quando se casou com a princesa fenícia Jezabel (1 Reis 21:25-26).

A tabela abaixo representa o drama religioso vivido nessa época em Israel.

Baal (deus cananeu da tempestade) Javé (Deus de Elias e Eliseu)
Baal, deus da tempestade, controla a chuva Elias anuncia o período de seca (1 Rs. 17:1)
Baal garante a fertilidade nas colheitas Israel padece fome e seca, mas Elias e Eliseu distribuem trigo e azeite de forma milagrosa (2 Rs. 4:1-7; 42-44)
Baal controla os relâmpagos e o fogo Elias pede fogo do céu em nome de Javé (1 Rs. 18:38; 2 Rs. 1:10-12; 2:11).
Baal controla a vida e a morte Elias e Eliseu curam doentes e ressucitam mortos em nome de Javé (1 Rs. 17:7-24; 2 Rs. 4:8-37; 5:1-20)

Andrew Hill & J. H. Walton, Panorama do Antigo Testamento. São Paulo: Vida, 2007.

A narrativa da monarquia de Judá segue o seguinte padrão de estrutura:

  1. Apresentação do rei pelo nome, nome do pai e em que momento ocorreu sua ascensão em relação ao reinado correspondente em Israel (Reino do Norte).
  2. Dados biográficos tais como: idade do rei, duração do seu reinado, avaliação do seu reinado em termos morais e espirituais. Outras informações como o nome da rainha-mãe e Jerusalém como capital do reino são citadas.
  3. Apresentação de fontes adicionais do seu reinado e informações sobre sua morte e sepultamento.

O relato da monarquia israelita seguia o mesmo padrão, exceto pela omissão da capital, Samaria, e do nome da rainha-mãe.

Propósito e conteúdo

O livro de Reis trata basicamente sobre os seguintes assuntos:

  • A avaliação dos reis – mal como Jeroboão e bom como Davi
  • As bençãos no arrependimento e restauração e as maldições no julgamento e exílio
  • O profetismo como voz de Deus para o rei
  • A adoração de Javé X a adoração de baal

O livro dos Reis narram o desenvolvimento da história do povo hebreu no período monárquico unido e posteriormente dividido. Este desenvolvimento é narrado sob a ótica da obediência e desobediência em relação à aliança de Javé com o povo hebreu.

Os personagens principais são os reis e os profestas, que eram os responsáveis pelo cumprimento da aliança por parte do povo. O rei era o representante do povo diante de Deus, e o profeta servia como consciência divina para esse rei. O rei, quando falhava no cumprimento da aliança, gerava tipicamente dois problemas: idolatria e injustiça social. A consequência deste ato de rebelião à aliança incluía a opressão por povos vizinhos, a queda da familia real e, pro fim, o exílio, a perda da terra da promessa.

O propósito literário do livro de Reis é autenticar a dinastia davídica como a herdeira oficial do trono de Jerusalém, conforme profecia de Natã a Davi em 2 Samuel 7:12. O registro de Reis é feito de forma complementar ao livro de Samuel, que mostra a soberania de Deus na história da aliança mesmo em face do livre arbítrio do ser humano com suas responsabilidades e autonomia.

Avaliação de Salomão

O livro de Reis fornece um relato favorável a cerca de Salomão e seus primeiros anos de reinado:

  • Foi amado de Javé – Siginificado de Jedidias em 2 Sm. 12:24-25
  • Dom da sabedoria – 1 Rs. 3
  • Inaugurou a era de ouro de Israel com prosperidade e glória sem precedentes em Israel – 1 Rs. 10:14-29
  • Construtor reconhecido internacionalmente – 1 Rs. 6:1 – 7:12
  • Amante das artes e ciências – 1 Rs. 4:29-34

Entretanto, em seus últimos anos de reinado houve grande declínio político, religioso e moral, pois deixou-se seduzir por suas centenas de mulheres estrangeiras e pelo materialismo (1 Rs. 11:1-3).

O autor de Reis atribui à idolatria de Salomão a divisão de Israel em dois reinos: Norte (Israel) e Sul (Judá), conforme 1 Rs. 11:31-35. Contudo, a derrocada do Império deveu-se aos anos de má administração do Estado pelo rei. Confira na tabela abaixo algumas dessas práticas que levaram à falência a nação de Israel:

Evento Referência
1. Aliança política com nações pagãs por meio do casamento 1 Rs. 3:1-2
2. Sincretismo religioso para agradar os novos parceiros político-econômicos 1 Rs. 11:1-8
3. Reorganização tribal, desconsiderando o pacto de divisão das terras em Números, para obter vantagem econômica 1 Rs. 4:7-19
4. Aumento da burocracia do Estado 1 Rs. 4:22-28
5. Obras monumentais que exigiam trabalhos escravo estrangeiro e hebreu 1 Rs. 5:13-18; 9:15-22; 12:9-11
6. Aceitação das ideias políticas pagãs em consequência do comércio internacional 1 Rs. 9:26-28; 10:22-29 v. 11:1-11
7. Rebeliões sucessivas minaram a força do poder militar de Salomão. Perda de receia das nações estrangeiras 1 Rs. 11:9-25

Andrew Hill & J. H. Walton, Panorama do Antigo Testamento. São Paulo: Vida, 2007.

Estes eventos trouxeram à tona as antigas desavenças tribais, quando Roboão assume o trono de Jerusalém (1 Rs. 12:16).

Profecia não-literária e literária

Durante o desenvolvimento da história de Israel houve intensa atividade profética que pode ser dividida da seguinte forma:

  • Período profético não-escrito, ou pré-clássico
  • Período profético escrito, ou clássico

No movimento pré-clássico a tendência é descrever a atividade dos profetas por meio de milagres em forma de narrativas históricas, isto é, eles também são personagens dos relatos em Reis. Seu campo de atividade se restringia basicamente à família real.

O movimento clássico, ou literário, ações simbólicas são escritas em forma de oráculos ao invés de milagres. A mensagem dos profetas literários (p. ex: Amós, Isaías, Oséias) atingiam os líderes políticos e religiosos, a população, bem como outras nações.

Dinastia monárquica e liderança carismática

O sistema de governo do Reino de Judá é considerado uma monarquia dinástica, ou seja, o trono passa de pai para filho. No caso de Judá, esta dinastia era divinamente estabelecida (2 Sm. 7).

No Reino do Norte, Israel, ao contrário de Judá, a sucessão ao trono não era realizada de maneira hereditária, mas o modelo de sucessão seguia o padrão carismático, semelhante ao período dos juízes, quando Javé escolhia um líder dentre o povo e capacitava-o com o Espírito Santo. Esta capacitação temporária se manifestava externamente de diversas maneiras e tinha o objetivo de inspirar o povo hebreu a viver o padrão de santidade de Javé, o soberano absoluto de Israel.

Ao contrário de Judá, a sucessão dinástica, ou de pai para filho, em Israel estava condicionada à obediência do rei aos mandamentos de Javé (1 Rs. 11:37-38). Esta condição não foi respeitada pelos reis do reino do Norte, então houve o anúncio da tragédia que se abateria sobre Israel (1 Rs. 14:10-11).

Após a derrocada do rei desobediente, havia a ordem para o rei seguinte executar o anterior. Este procedimento, muitas vezes, terminava em um golpe político de caráter violento (1 Rs. 16:3-4; 11-12).

O bezerro de ouro

O bezerro era tido no Egito como símbolo da fertilidade, e era mais conhecido como Boi Ápis, o mesmo que Israel construiu no deserto (Ex. 32). Ápis era adorado no Egito como símbolo da fertilidade e vida. Provavelmente Jeroboão recolocou Ápis como símbolo religioso de Israel por causa da influência que recebeu durante seu exílio no Egito, onde permaneceu até a morte de Salomão (1 Rs. 11:40).

Quando Jeroboão retornou a Israel, misturou práticas religiosas dos cananeus no culto ao Boi Ápis. Este procedimento de Jeroboão foi premeditado para conquistar a lealdade dos israelitas e impedi-los de ir às festas religiosas em Jerusalém, que estava sob o controle do Reino do Sul, Judá.

Isto gerou uma prática e ideologia bem diferente da adoração a Javé, e serviu apenas para Jeroboão consolidar seu poder no Reino do Norte. Mais tarde o profeta Oséias referiu-se às estas estátuas como ídolos, não Deus (Os. 8:4-5), que estavam também relacionadas aos rituais de fertilidade de baal (Os. 10:5; 11:1-2; 13:1-2).

Esta atitude não apenas tirou a dinastia de Jeroboão do trono, como acabou com o Reino do Norte, sendo consumido por Javé em sua ira (2 Rs. 17:18).

Faça o download deste post em PDF aqui.

Deixe seu comentário:

  • Katia

    Que TREMENDO seu estudo, completo, mas de fácil entendimento. Deus te abençoe.

  • Rosemery Pereira

    Olá Alexandre,
    Seus comentários muito nos ajudam , gostaria de saber se você tem a intenção de fazer o mesmo estudo sobre os livros do Novo Testamento e postá-los aqui.
    Seria de grande valia !
    Que Deus lhe abençoe !

  • Edu Collado

    Muito bom, tenho acompanhado seu trabalho pelo BTCast. Deus continue te abençoando.

  • Gabriel Ferreira

    quanto tempo opvo de jerusalem ficou cativo na babilônia

  • Gleydcy Rodrigues Pimenta

    otimo

  • Srt Chelly Oliver

    Muito bom mesmo q Deus continue ti abençoando grandemente.

  • André de Jesus

    Gostei muito importante serve até pra extrair para pregar Parabéns.

  • Aline

    Qual foi a bibliografia utilizada ?

  • Marcelo Bittencourt

    ótimo. Sempre me ajudando na leitura e estudo! Obrigado, Milhoman!

  • Lulu Nascimento

    Quem é ignorante, imbecil, burro mesmo,analfabeto de cultura
    Para crer na estória de Jó?
    Acredita que Deus é pequeno ao ponto de apostar com o diabo?
    Pior, faz isso as custas do sofrimento de um filho.
    Deus? apostando, destruindo toda umavida de fé?
    Ridículo.
    Ridículo quem escreveu essa estória.
    Ridículo e ignorante quem nela crê.

    • Guto Pagiossi

      kkk

    • Palavra De Vida

      kkkkkkkkkkk onde esta a sua teologia cara

    • Claudio Montentegro Campos

      “Meu caro amigo Lulu,

      A Palavra de Deus é toda ela inspirada. Não há nela fábulas de homens. Você precisa crê que a Bíblia é a Palavra de Deus. Claro que a história de Jó é real e aconteceu exatamente como alí está escrito. Deus prova os homens para no fim lhes dar muito mais do que eles perdem. No caso de Jó ele recebeu, além das bençãos espirituais, porque ele mesmo diz: “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem”. Mas ainda ele recebeu o dobro dos seus bens terrenos (materiais).

      Lulu, peça à Deus para lhe dar esclarecimento e revelação. O livro de Jó é o livro que possui o maior agregado científico de todos os livros da Bíblia e é o que primeiro foi escrito, entre todos os livros da Bíblia. Muitos sugerem que Moisés escreveu o livro de Jó. Leia este livro com fé e você será edificado grandemente.

  • Alexandre

    Lulu Nascimento, bom dia, eu não iria comentar, mas é bom esclarecer porque não se deve criar dúvidas infundadas. Sou teólogo, mestre e estudioso da palavra de Deus, amado irmão tudo o que Deus deixou escrito não só na escrita mas também nos exemplos materiais comprovado cientificamente, sempre foi por amor a sua criação: “O Ser Humano”, estude e verá, um exemplo “A Arca de Noé”: encontraram a arca e a madeira foi testada para datar a época, comprovação científica e entre outros, digo de novo estude. Se você leu a história de Jó vai ver o quanto Deus lhe ama porque com tudo o que passou não blasfemou a Deus, e Deus não faz apostas porque ele é Deus, mas se você estudar, vai ver que o diabo foi questionar a Deus porque ele é o pai da mentira, mas Deus sabia das qualidades que Jó, como a sua fé inabalável e isso só aconteceu para que todos nós consigamos ver que não importa a adversidade da vida mas tenhamos fé em Deus para que vínhamos a alcançar a vitória sobre essas adversidades, através daquele que nos criou. Nunca fique com duvidas acreditando que a verdade esta totalmente naquilo que você pensa porque somos falhos, perfeito somente Deus, Jesus e o Espirito Santo, estude e você verá o que hoje não consegue ver, peça e aceite Jesus na sua vida que somente ele pode dar o verdadeiro entendimento e sentido na vida. Abraços.
    Observação: DEUS sem você continua sendo DEUS o nosso criador.
    Para reflexão estude o que é FÉ.

    • Palavra De Vida

      Excelente amado irmão tenho acompanhado vários estudos e você não se desvia da palavra de Deus e continue levando a palavra de Deus irmão ainda que satanás queira difundir seje firme na palavra.

  • Nauana Psi

    Os jovens deveriam ter a partir de 20 anos e não 25. Números Capítulo1 vs. 3

  • Milho, mencionei este estudo em um blog sobre vida cristã, com link para sua página original. Tudo bem? 🙂

  • Eberson Luiz

    Gostaria que alguém me explicasse o livro de Naum capitulo 3 do verso 10 ao 15 por favor, grato.

  • Enock

    Fala Milho! Como sempre SENSACIONAL!
    Como te falei no Telegram, além da edificação pessoal, seus posts tem ajuda a enriquecer, e muito, os sermões.
    Deus abençoe!