O Sermão da Montanha – Fome e sede de justiça

Fome e sede de justiça de Deus

O Sermão da Montanha – Fome e sede da justiça de Deus

Para entendermos o que Jesus quis dizer com a expressão “fome e sede de justiça” é necessário que compreendamos que justiça, neste contexto, é a retidão de vida a partir da obediência à Palavra de Deus.

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O Sermão da Montanha – Os mansos

Sermão da Montanha - Os mansos

O Sermão da Montanha – Os mansos

O Sermão da Montanha exige o contrário dos cidadãos do Reino dos Céus, pois o sistema de pensamento atual nos pede para ganharmos o mundo. E muitas vezes, para conquistarmos o mundo é preciso ser agressivo, autoritário ou mostrar algum tipo de poder. Pede-se que passemos por cima de todos para ganharmos tudo.

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O Sermão da Montanha – Aqueles que choram

Sermão da Montanha - Aqueles que choram

O Sermão da Montanha – Aqueles que choram

No Sermão da Montanha, após Jesus tratar sobre os pobres de espírito, ele continua a inverter a ordem natural do pensamento do mundo, pois este tenta evitar a todo o custo o choro e as lágrimas. Somos sempre aconselhados a esquecer os nossos problemas e as nossas preocupações, pois a proposta é sempre a mesma: “seja o mais feliz possível esquecendo-se seus problemas”.

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O Sermão da Montanha – Os pobres de espírito

Sermão da Montanha - Os pobres em Espírito

“Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus.” (Mateus 5:3).

Jesus começa começa o Sermão da Montanha destacando uma das características do cidadão do Reino dos céus. Este verso é a chave para compreendermos todos os demais ensinamentos de Jesus dados nessa ocasião. Ao afirmar que o Reino dos céus pertence aos pobres em espírito, Jesus está dizendo que todos os seus mandamentos são para as pessoas dessa natureza. Assim, os ensinos deste Sermão não são para toda a multidão.

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O Sermão da Montanha – As bem aventuranças

Sermão da Montanha

No trecho do Sermão da Montanha, conhecido como “bem aventuranças” (Mateus 5:3-12) Jesus trata do caráter do seu discípulo, isto é, quais são as características que fazem dele um verdadeiro seguidor. Entretanto, as bem aventuranças não se tratam de aspectos de um cristão nobre ou íntegro, nem foram dadas para cristãos mais piedosos ou mais iluminados.

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O Sermão da Montanha – Seu lugar no evangelho

Sermão da Montanha

O Sermão da Montanha está localizado no texto de Mateus capítulos 5, 6 e 7. Antes, porém, para uma compreensão mais apurada deste texto, devemos entender os textos que estão registrados antes e o ensino que se segue ao Sermão do Monte.

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O sermão da montanha – questões introdutórias

Sermão da Montanha

Antes de entrarmos diretamente no sermão da montanha é preciso considerar algumas coisas. E certas perguntas podem nos ajudar nesse projeto.

Por que devemos estudar o sermão da montanha? Ele se trata de regras da vida? Ele se trata de um manual de ética e moral?

A quem o sermão da montanha foi dirigido? A todo  mundo? Apenas às pessoas daquela época? Ou ao grupo dos discípulos do Cristo?

Qual é o objetivo do sermão do monte? Compreender a lei? Formar uma sociedade moralmente evoluída?

Se todos aqueles que colocarem em prática os preceitos do sermão do monte, a sociedade vai se tornar o reino dos céus em razão do seu teor ético?

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Conclusão

Esta é uma carta escrita com cortesia e amor cristão entre um companheiro de trabalho  e outro. Com todo amor, tato e polidez Paulo pede em favor de um escravo fugitivo.

É uma carta que destaca a importância dos companheiros de trabalho, e nos mostra que não podemos fazer nada sozinhos, por mais proeminência que temos.

A união em Cristo, que Paulo e Filemon tinham por meio da fé em comum, deveria ser demonstrada também com Onésimo, e o fato de Onésimo ser um escravo não deveria ser impeditivo a recebê-lo como irmão em Cristo que era agora. Assim como Cristo nos recebe, Filemon deveria receber a Onésimo.

Onésimo também não estava isento de reparar seus erros, pois deveria voltar e apresentar-se a Filemon, e a partir de agora ser útil a Filemon, como estava sendo a Paulo.

Paulo não se preocupa com as questões civis de escravidão, mas para ele o amor entre os irmãos estava acima disto tudo, pois, no Reino de Deus, não há distinção entre senhor e escravo, entre gregos e judeus.

Saudações finais – v. 22-25

Paulo pede a Filemon pousada, pois tem o desejo de estar entre eles. Filemon, como indicado, parece ter uma residência grande o bastante para acomodá-lo, e não parece ser a primeira vez que hospeda alguém em sua casa.

Como é de praxe, Paulo cita seus colaboradores, mostrando que a obra do evangelho não é feita sozinha. Destaque especial para Epafras que está preso junto com Paulo por causa do evangelho.

Na saudação Paulo mais uma vez invoca a graça de Jesus para com seus destinatários, constratando desta forma, com a saudação comum grega de desejar apenas saúde. Paulo tinha muito mais além de saúde para desejar, pois experimentava em sua vida a graça e a paz de Jesus, que vale muito mais do que saúde, pois não é algo passageiro.

Paulo constrange Filemon a aceitar Onésimo – v. 17-21

Provavelmente pensando na raiva que Filemon estava sentindo de Onésimo, Paulo apela para o companheirismo e a história de labor que tiveram juntos, e reforça seu pedido para Filemon receber Onésimo como se estivesse recebendo a ele próprio. Já que Onésimo agora era um irmão em Cristo, e Paulo já o era, não deveria haver distinção entre o tratamento de um ou de outro.

Paulo novamente não nega os erros de Onésimo, mas diz para colocar estes débitos em sua conta, talvez fazendo alusão ao tratamento de Cristo conosco. Pelo parágrafo seguinte temos esta idéia, quando Paulo diz que Filemon lhe deve a vida por ter-lhe anunciado o evangelho. Devíamos muito a Deus, mas tudo foi colocado na conta de Cristo, este mesmo raciocínio Paulo usa na carta aos colossences.

Como último apelo, reforçando os elogios feitos no início da carta, Paulo pede para Filemon, novamente, animar-lhe o coração. O original grego traz splagchna, que é relativo ao baço, às víceras, simbolizando o mais íntimo de seu ser.

A expressão usada por Paulo “farás ainda mais do que estou pedindo” pode sugerir a possibilidade de libertação para Onésimo, mostrando que o cristianismo vai além das concepções humanas, seja qual for a época; ele sempre nos desafia a abandonarmos nossos padrões para seguirmos os ideais de Cristo.