Alexandre Milhoranza Teologia com qualidade e vida | Estudos teológicos no Antigo Testamento e Novo Testamento

38 – Malaquias – Um novo recomeço

Publicado em Introdução ao Antigo Testamento no dia 17 de abril de 2014

Malaquias

Introdução ao Livro de Malaquias – Um novo recomeço

 

Sabe-se muito pouco a respeito do profeta Malaquias, pois o livro omite detalhes de sua vida e genealogia tal como Obadias. Talvez o nome Malaquias seja apenas o título do enviado de Javé. No verso 3:1 a mesma palavra Malaquias é usada para descrever a atribuição do profeta e não seu nome. A tradição judaica coloca Malaquias como membro da Grande Sinagoga assim como Ageu e Zacarias. Este conselho foi o responsável por reimplantar e reorganizar a vida social, cultural e religiosa de israel no pós-exílio.

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37 – Zacarias – O Messias vem aí

Publicado em Introdução ao Antigo Testamento no dia 19 de março de 2014

Zacarias

Introdução ao Livro de Zacarias – O Messias vem aí

O ministério de Zacarias foi adicional ao de Ageu no período pós-exílico. Zacarias começou seu trabalho cerca de dois meses após os oráculos de Ageu. Ageu desafiara o povo a reconstruir o templo e Zacarias chamou a comunidade pós-exílica ao arrependimento. Uma vez que os trabalhos de reconstrução estavam concluídos, restava ao povo a consciência correta da adoração e serviço apropriados.

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36 – Ageu – Mãos à obra!

Publicado em Introdução ao Antigo Testamento no dia 7 de fevereiro de 2014

Ageu

Introdução ao Livro de Ageu – Mãos à obra!

Ageu e Zacarias são contemporâneos. Eles tiveram seu ministério profético no período persa da história dos hebreus (550 – 330 a.C.). Os profetas Daniel, Joel e Malaquias completam o quadro da atividade e da literatura profética hebraica desta época. A menção ao templo de Salomão (2:13) parece sugerir que Ageu fora testemunha ocular do templo de Salomão, tenha sido levado ao exílio e retornou. Portanto, ele tinha por volta de 80 anos quando iniciou seu curto ministério profético.

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O lugar do homem na Criação

Publicado em Filosofia Cristã no dia 16 de janeiro de 2014

antropologia na criação

O lugar do homem na criação

1. Introdução

A angústia da existência humana é uma questão que ultrapassa o sentido da dignidade e do utilitarismo que o homem tem de si mesmo. O lema << conheça-te a ti mesmo >> mantem-se como um desafio e um problema durante o desenrolar da história da humanidade e ainda suscita a busca por uma solução especialmente para a corrente filosófica existencialista.

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35 – Sofonias – Ninguém escapa do Dia do Senhor

Publicado em Introdução ao Antigo Testamento no dia 14 de janeiro de 2014

 

sofonias

Introdução ao Livro de Sofonias – Ninguém escapa do Dia do Senhor

Sofonias foi um profeta que viveu no mesmo período de Jeremias, e talvez tenha sido um membro da corte governamental, pois provavelmente era descendente do rei Ezequias. Na introdução (1:1) ao livro são citadas quatro gerações de sua família, talvez para ratificar o conhecimento que tinha sobre os pecados de Judá e dar credibilidade à sua pregação, uma vez que era descendente de um dos grandes reis de Jerusalém.

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A Reforma Protestante e a liberdade de consciência religiosa

Publicado em História Eclesiástica no dia 9 de janeiro de 2014

reforma protestante

A Reforma Protestante e a liberdade de consciência religiosa

1. Philliphus Melanchthon

Esta apresentação tem o objetivo de demonstrar os elementos eclesiológicos na Confissão de Augsbrug e como estas contribuiram para a formação de uma consciência religiosa. Porém, antes de estudarmos estes elementos acho necessário apresentar uma pequena biografia do seu autor, Felipe Melanchthon e também um breve histórico da sua produção.

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34 – Habacuque – A lógica teológica

Publicado em Introdução ao Antigo Testamento no dia 28 de dezembro de 2013

Habacuque

Introdução ao Livro de Habacuque – A lógica teológica!

Não nos é revelado nada no texto sobre o profeta Habacuque. Seu livro, ao invés de guardar seus oráculos, serve como um diário de suas crises teológicas e existenciais. Seu livro é distinto dos demais escritos proféticos por assumir um tom mais filosófico e de diálogo com Deus. O tema deste diálogo filosófico se concentra em torno da justiça divina.

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33 – Naum – Ninguém é tão poderoso assim

Publicado em Introdução ao Antigo Testamento no dia 25 de outubro de 2013

Naum

Introdução ao Livro de Naum – Ninguém é tão poderoso assim

Jonas já havia estado em Nínive no século VIII a.C. para proclamar o juízo de Javé sobre a cidade. Naquela época houve arrependimento e Nínive foi poupada. Mais de um século depois, Naum decretou o fim de Nínive, entretanto, dessa vez, não houve arrependimento e a capital Assíria foi destruída.

É possível que Naum tenha herdado de Isaías a construção literária de seu texto, pois a expressão “Vejam sobre os montes os pés do que anuncia boas notícias e proclama a paz!” ocorre apenas nestes dois livros (Na. 1:15 e Is. 52:7).

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32 – Miquéias – Injustiça pouca é bobagem

Publicado em Introdução ao Antigo Testamento no dia 10 de outubro de 2013

Miqueias

Introdução ao Livro de Miqueias – Injustiça pouca é bobagem

Miqueias viveu na mesma época do profeta Isaías e é mencionado em Jeremias (26:18-19) acerca da destruição de Jerusalém cem anos depois. Esta citação aponta para o prestígio que Miqueias ainda tinha como profeta do Senhor e o cuidado dos hebreus na preservação destes registros. A mensagem de Miqueias, em termos de contundência, pode ser comparada à de Amós.

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31 – Jonas – Corra para ver o que acontece

Publicado em Introdução ao Antigo Testamento no dia 12 de agosto de 2013

Jonas

Jonas  – Corra para ver o que acontece – Introdução ao Livro de 

O livro de Jonas difere dos demais profetas em razão do seu conteúdo narrativo em vez de oracular. Desta forma podemos dizer que a mensagem do profeta não é um conjunto de palavras dirigidas às nações, antes trata-se da própria experiência de Jonas. Além disso, o profeta não recebe a palavra de Deus em forma de sonho ou visão, formas típicas do recebimento oracular.

O profeta Jonas também é mencionado em 2 Reis 14:25. Nesta época Jeroboão II reinava em Israel no século VIII a.C. Isto o coloca no momento da recuperação econômica e política do Reino do Norte. Portanto Jonas é contemporâneo de Amós e Oseias.

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