Conclusão

Esta é uma carta escrita com cortesia e amor cristão entre um companheiro de trabalho  e outro. Com todo amor, tato e polidez Paulo pede em favor de um escravo fugitivo.

É uma carta que destaca a importância dos companheiros de trabalho, e nos mostra que não podemos fazer nada sozinhos, por mais proeminência que temos.

A união em Cristo, que Paulo e Filemon tinham por meio da fé em comum, deveria ser demonstrada também com Onésimo, e o fato de Onésimo ser um escravo não deveria ser impeditivo a recebê-lo como irmão em Cristo que era agora. Assim como Cristo nos recebe, Filemon deveria receber a Onésimo.

Onésimo também não estava isento de reparar seus erros, pois deveria voltar e apresentar-se a Filemon, e a partir de agora ser útil a Filemon, como estava sendo a Paulo.

Paulo não se preocupa com as questões civis de escravidão, mas para ele o amor entre os irmãos estava acima disto tudo, pois, no Reino de Deus, não há distinção entre senhor e escravo, entre gregos e judeus.

Publicado por

Alexandre Milhoranza

Sou Alexandre Milhoranza e pertenço à Igreja Batista. Sou Casado com a Ana Claudia e temos dois filhos, a Bárbara e o Eduardo. Atuo profissionalmente com Desenvolvimento de Sistemas Web na plataforma .NET e Sharepoint, mas também estudo Teologia na Faculdade Teológica Batista de São Paulo. Um pecador salvo unicamente pela graça de Deus, e basta.