36 – Ageu – Mãos à obra!

Ageu

Introdução ao Livro de Ageu – Mãos à obra!

Ageu e Zacarias são contemporâneos. Eles tiveram seu ministério profético no período persa da história dos hebreus (550 – 330 a.C.). Os profetas Daniel, Joel e Malaquias completam o quadro da atividade e da literatura profética hebraica desta época. A menção ao templo de Salomão (2:13) parece sugerir que Ageu fora testemunha ocular do templo de Salomão, tenha sido levado ao exílio e retornou. Portanto, ele tinha por volta de 80 anos quando iniciou seu curto ministério profético.

O profeta Ageu animou os judeus que retornaram do cativeiro babilônico a restaurar todos os aspectos litúrgicos do culto veterotestamentário tais como: o calendário religioso, a adoração, as festas levíticas e os sacrifícios. Pouco tempo depois, o profeta Zacarias reforçou o chamado de Ageu para uma renovação espiritual quando conclamou o povo a reconstruir o templo. Este trabalho foi necessário em virtude do fracasso na reconstrução do templo durante o primeiro retorno dos exilados.

Nem todos os exilados desejavam retornar para Jerusalém, pois haviam estabelecido raízes em sua nova terra (Jr. 29:4-9), tornando-se prósperos comerciantes. Seus filhos já estavam com mais de 50 anos, sendo até mesmo avós. Essa nova geração não conhecia a terra de seus ancestrais e não tinham o mesmo senso nacionalista de seus pais. Isso explica a razão do desânimo e falta de interesse na reconstrução do templo.

Ageu é designado como profeta (1:1; Ed. 6:14) e mensageiro do Senhor (1:13). Estes títulos corroboram seu comissionamento divino. Embora ele não seja mencionado entre os que retornaram do cativeiro na lista de Esdras 1 e 2, acredita-se que tenha voltado para Jerusalém sob a liderança de Sesbazar, filho de Joaquim, o último rei de Judá.

Seus oráculos foram transmitidos em um período de quatro meses a partir do segundo ano do reinado de Dario (520 a.C.), o rei persa, embora um intervalo entre o anúncio dos oráculos e seu registro não seja descartado. Portanto, é muito provável que seu livro tenha sido escrito até a finalização do templo em 515 a.C.

O ministério de Ageu aconteceu durante o reinado de Dario I, rei da Pérsia (521 – 486 a.C.), que permitiu que os povos conquistados anteriormente pelos babilônios retornassem à sua terra de origem, incluindo os judeus.

Nos primeiros anos do retorno os judeus tentaram reconstruir o templo; mas, devido também à seca, à péssima colheita, mencionada pelo profeta Joel, o projeto foi abandonado. Outro fator que influenciou igualmente na desistência da reconstrução do templo foi o desânimo dos judeus frente às péssimas condições de vida sob o domínio persa em detrimento da visão do Estado judeu e do templo descritos pelo profeta Ezequiel.

Sob a inspiração de Ageu e Zacarias, o grupo liderado por Zorobabel e Josué reiniciou os trabalhos de reconstrução do templo em 520 a.C, dezessete anos depois da primeira tentativa, com término em 515 a.C. (Ed. 6:15).

Estrutura de Ageu

O livro de Ageu estrutura-se da seguinte forma:

  1. Oráculo 1: o desafio da renovação da Aliança – 1:1-15

  2. Oráculo 2: a promessa da renovação – 2:1-9

  3. Oráculo 3: o chamado à santidade – 2:10-19

  4. Oráculo 4: Zorobabel como descendente davídico – 2:20-23

As mensagens de Ageu são pormenorizadamente datadas. Provavelmente ele tenha seguido a tradição iniciada por Jeremias e Ezequiel, os profetas do período do exílio. Sua mensagem começa com o apelo à população para reconstruir o templo de Jerusalém. Fundamentados nas profecias de Ezequiel (caps. 40 a 48), tanto Ageu quanto Zacarias, provavelmente, consideravam a reconstrução do templo como o início da era messiânica.

Ageu passa um sentido de urgência e gravidade em sua mensagem ao usar por 29 vezes a expressão “assim diz o Senhor”. Sua mensagem foi endereçada aos líderes de Judá, Zorobabel (político) e Josué (religioso).

Ageu utilizou-se de uma disposição de textos invertida, chamada de quiasmo. Este padrão é notado quando lemos que a primeira e a terceira mensagens começam como o termo “assim diz o senhor” (1:2; 2:11) e tratam sobre a agricultura, terminando com uma advertência. A segunda e quarta mensagens terminam com a expressão “declara o Senhor dos exércitos” (2:9; 2:23) e tratam sobre a restauração de Israel e contém uma benção.

A primeira mensagem era um chamado à reconstrução do templo, que havia parado na época de Sesbazar. O povo, em virtude das condições escassas, estava cuidando em primeiro lugar de seus interesses pessoais. Ageu os confronta associando o fracasso das colheitas ao abandono pela casa de Javé. Ageu os anima a colocar os interesses de Javé à frente dos interesses particulares a fim de obter a benção divina (1:8; 1:13).

A segunda mensagem veio um mês depois como continuação do encorajamento à reconstrução e também foi endereçado ao governador e ao sumo sacerdote. O desânimo abateu-se sobre a população quando comparou-se a nova estrutura do templo com a antiga forma nos tempos de Salomão (2:3; Ed. 3:12). Ageu os incentiva a continuar e anuncia uma promessa escatológica de que todas as nações viriam a Jerusalém, e essa nova casa seria cheia da glória do Senhor (2:6-7). Ageu transmite que a benção não estava na aparência ou riqueza externa, mas na presença de Deus entre seu povo. Entretanto, essa promessa teve um cumprimento imediato quando Dario encontrou o decreto de Ciro e permitiu que não apenas o templo fosse reconstruído, mas também enviou provisões para que se terminasse o templo o mais breve possível (Ed. 6:4, 8-10).

A terceira mensagem de Ageu veio um mês após a primeira profecia de Zacarias (Zc. 1:1-6), que anunciava a necessidade de arrependimento do povo. Por isso a mensagem de Ageu insiste nessa atitude (Ag. 2:17). Ageu afirma que a impureza contamina muito mais do que a santidade, e confronta os sacerdotes que tinham a função de interpretar as escrituras. Contanto que os sacrifícios servissem para a remoção do pecado a iniquidade do povo era tamanha que estava contaminando o sacrifício (Ag. 2:14). O pecado do povo era a apatia em não colocar os alicerces do templo (Ag. 2:15); por essa razão Javé os castigara com uma produção menor do que estavam acostumados (2:16-17). A mensagem de Ageu exigia o retorno do povo (2:17) que termina com o lançamento dos fundamentos do templo e um tom positivo do Senhor (2:18-19).

A quarta mensagem (2:20-23) foi endereçada a Zorobabel e é muito parecida com a primeira com o acréscimo de uma linguagem escatológica (“destruir o trono dos reinos”). Essa mensagem também inclui elementos messiânicos ao comparar Zorobabel com um anel de selar (2:23). Zorobabel, um descendente de Joaquim é a esperança messiânica. O profeta Zacarias também associou Zorobabel com as esperanças messiânicas, pois descendia da família do rei Davi (Zc. 3:8; 6:12).

Essa esperança messiânica serviu para encorajar toda a nação na reconstrução do templo, que foi finalizada em 515 (Ed. 6:14-15).

Propósito e conteúdo

Ageu trata sobre os seguintes assuntos:

  • A definição das prioridades corretas

  • A fidelidade de Javé na renovação da Aliança

  • O templo como símbolo da Aliança

A tarefa de Ageu era incentivar os judeus que retornaram do exílio a reconstruir o templo de Jerusalém que fora destruído por Nabucodonosor setenta anos antes. Suas quatro mensagens tinham o objetivo de animar o povo para suas responsabilidades, direitos e deveres para com a Aliança.

O templo

O livro de deuteronômio estabelece um lugar para a adoração de Deus (Dt. 14:23-25; 16:2-11). Durante a época dos juízes, Siló foi este lugar (Js. 18:1). O lugar definitivo tom ou forma apenas no reinado de Davi, que, embora, não tenha construído o templo, deixou tudo planejado e reunido para a execução do projeto (1 Cr. 22:1-16).

O templo simbolizava a presença de Javé entre o povo de Israel e tinha a função de lembrar o povo sobre a verdadeira adoração que deveria ser prestada a Deus.

Entretanto, na época de Jeremias (627 – 582 a.C.) o templo havia se tornado uma espécie de objeto mágico para o povo de Israel. Os judeus pensavam que simplesmente o templo, por si só, garantiria segurança e bem-estar. Em razão dessa confiança mal depositada Jeremias previu sua destruição. Ezequiel, pouco tempo depois, viu a glória de Deus deixar o templo. Isso representava a insatisfação de Deus por causa de suas transgressões, mas também a presença de Deus no meio do povo durante o exílio. Deus não estava restrito a apenas um lugar.

A mensagem de reconstrução do templo não deve ser vista como contraditória a Jeremias, pois Ageu estava convidando o povo à correta adoração a Javé e não à confiança cega em uma construção. A atitude de humildade e reverência diante de Deus seria acompanhada pela reconstrução daquilo que simbolizava a presença de Deus entre o povo.

A sociedade estava se renovando e renovava-se também a presença de Javé entre Israel, por isso a reconstrução do templo foi tão importante naqueles dias.

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Publicado por

Alexandre Milhoranza

Sou Alexandre Milhoranza e pertenço à Igreja Batista. Sou Casado com a Ana Claudia e temos dois filhos, a Bárbara e o Eduardo. Atuo profissionalmente com Desenvolvimento de Sistemas Web na plataforma .NET e Sharepoint, mas também estudo Teologia na Faculdade Teológica Batista de São Paulo. Um pecador salvo unicamente pela graça de Deus, e basta.

55 comentários em “36 – Ageu – Mãos à obra!”

  1. Fiquei com uma dúvida: relendo Esdras 1-6, eu entendi que muitas pessoas voltaram para reconstruir o templo por permissão do rei Ciro. Passados 7 meses de adaptação, começaram a reconstruir. O problema foi o veto do rei Artaxerxes, com essa ordem o povo parou a construção e isso levou ao desânimo (medo de represália caso desobedecessem ao rei Artaxerses). Aí que Deus levantou Ageu, para chamar a atenção de volta para o templo, pois eles estavam ha mais de 8 anos naquele lugar com as obras paradas. Inicialmente o povo se animou pela liderança política de Zorobabel e espiritual de Josué, mas depois eles se desanimaram porque estavam desobedecendo a ordem de Artaxertes (mesmo que esse não estivesse mais no poder) e isso poderia acarretar a ira do império Persa. Tanto que em Ag 2:4-5 Deus os exorta a serem corajosos porque Ele estava com eles – isso pra mim evocou esse pensamento que o povo não desanimou porque não lembravam dos tempos de glória dos antepassados ou pela seca descrita em Joel e sim porque estavam com medo de desobedecer a ordem do Artaxerxes e serem atacados pelo então rei Dario. Que tal?

  2. Na verdade a terra ficara fora do controle hebreu durante muito tempo, então outros pegaram o controle do lugar, que era muito ambicionado pois era passagem entre o norte, Babilônia e o Sul Egito.

    Quando os reis persas dão permissão de reconstruírem tudo galera que já estava lá tinha certeza de que perderiam a boquinha comercial-financeira que tinham até então.

    Por isso, num determinado momento, eles tem que reconstruir os muros com uma mão e com a outra segurar uma espada caso alguém tentasse atacá-los.

    Naquela época a coisa também girava em torno de poder, influência e dinheiro.

  3. Na verdade a terra ficara fora do controle hebreu durante muito tempo, então outros pegaram o controle do lugar, que era muito ambicionado pois era passagem entre o norte, Babilônia e o Sul Egito.

    Quando os reis persas dão permissão de reconstruírem tudo galera que já estava lá tinha certeza de que perderiam a boquinha comercial-financeira que tinham até então.

    Por isso, num determinado momento, eles tem que reconstruir os muros com uma mão e com a outra segurar uma espada caso alguém tentasse atacá-los.

    Naquela época a coisa também girava em torno de poder, influência e dinheiro.

  4. O que me chamou atenção, foi a advertência de Deus para que o seu povo viesse, desperta e entender que nada é mais importante, que sua presença. Quando colocamos Deus no controle de tudo, não tem como as coisas não certo. Gostei muito do seu esclarecimento, muito interessante, que Deus continue abençoando, amém.

  5. Amei a explicação só veio confirmar o que eu precisava.Busquei em oração na madrugada e pedi uma resposta atravéz da palavra e Deus me enviou essa passagem em Ageu.Então como eu ja havia entregado meu problema nas mãos do Senhor só veio confirmar o quanto ele esta no controle e devo confiar. è isso né ir,ão??

  6. Olá Alexandre,
    Seus comentários muito nos ajudam , gostaria de saber se você tem a intenção de fazer o mesmo estudo sobre os livros do Novo Testamento e postá-los aqui.
    Seria de grande valia !
    Que Deus lhe abençoe !

  7. Quem é ignorante, imbecil, burro mesmo,analfabeto de cultura
    Para crer na estória de Jó?
    Acredita que Deus é pequeno ao ponto de apostar com o diabo?
    Pior, faz isso as custas do sofrimento de um filho.
    Deus? apostando, destruindo toda umavida de fé?
    Ridículo.
    Ridículo quem escreveu essa estória.
    Ridículo e ignorante quem nela crê.

    1. “Meu caro amigo Lulu,

      A Palavra de Deus é toda ela inspirada. Não há nela fábulas de homens. Você precisa crê que a Bíblia é a Palavra de Deus. Claro que a história de Jó é real e aconteceu exatamente como alí está escrito. Deus prova os homens para no fim lhes dar muito mais do que eles perdem. No caso de Jó ele recebeu, além das bençãos espirituais, porque ele mesmo diz: “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem”. Mas ainda ele recebeu o dobro dos seus bens terrenos (materiais).

      Lulu, peça à Deus para lhe dar esclarecimento e revelação. O livro de Jó é o livro que possui o maior agregado científico de todos os livros da Bíblia e é o que primeiro foi escrito, entre todos os livros da Bíblia. Muitos sugerem que Moisés escreveu o livro de Jó. Leia este livro com fé e você será edificado grandemente.

    2. Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.
      Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido.
      1 Coríntios 2:14,15

    3. Sou cristão mas não sou leigo, a teologia nunca pode ser feita dentro da igreja para não ter interferências religiosas ou doutrinárias, a escolha do canon biblico, que a é a escolha dos livros que entram ou nao na biblia ja começa com controversias, Jó provavelmente não existiu, porque? tudo que tem na biblia e que realmente aconteceu, sempre tem uma referência na historia secular contada por outros povos nações, que mostra sua veracidade, um exemplo de jó não existe nenhuma referencia externa que testifique a existencia de jó, tanto que não se sabe quem escreveu o livro muito menos sua existencia, as coisas verdadeiras nao podem ter margem de erro, tipo nao se sabe quem foi o escritor ou o autor, as coisas de Deus tem que ser sim sim nao nao como se diz os cristãos tradicionais, so que eles mesmos se contradizem quando falam que um personagem biblico existiu sendo que nao sabem quem escreveu o o livro desse personagem, isso é um problema, ou é ou nao é. como o caso de Paulo errou falou 12 apostolos sendo que seria somente 11 pois judas já havia se suicidado, ele errou? os escribas erraram, ou 12 APOSTOLOS era uma instituição?

      1. A paz do senhor irmão sou cristã e gosto muito de estudar a palavra do senhor você falou sobre jo que no não exisitia PK nao existir nenhuma referencia. Só que jo foi vem antes mesmo de Moisés . Moisés foi quem escreveu Gênesis , êxodo , Levítico , números e Deuteronômio,Moisés escreveu estes livros porque Deus revelou a ele como foi feita a criação e tudo mais até chegar em seus dias ….acredita-se que quem escreveu o livro de jo foi Moisés .quando Paulo fala dos 12 apóstolos foi PK Matias ficou no lugar de Judas o escariotes que traiu Jesus leia atos capítulo 1 e versículo 25 e 26

    4. Lulu, um dia Deus vai abri ros olhos do seu coração, quem somos nós
      para dizer o que Deus fez com Jó ??? Deus é o dono do mundo, do ar que
      respiramos… Ele decide, e nós somos suas ovelhas e Ele é o Pastor.
      Quando Deus criou o mundo onde estavamos?????? Ele pode tudo… nós não. Deus não é pequeno ,nunca foi e nunca será… nós somos pequenos por tentar pensar sem ajuda dEle. Tudo é pra Ele, e nunca foi sobre nós. A Bíblia é o manual de instrução que Ele deixou pra nós, tudo que está escrito aconteceu. Fique na Paz!

  8. Lulu Nascimento, bom dia, eu não iria comentar, mas é bom esclarecer porque não se deve criar dúvidas infundadas. Sou teólogo, mestre e estudioso da palavra de Deus, amado irmão tudo o que Deus deixou escrito não só na escrita mas também nos exemplos materiais comprovado cientificamente, sempre foi por amor a sua criação: “O Ser Humano”, estude e verá, um exemplo “A Arca de Noé”: encontraram a arca e a madeira foi testada para datar a época, comprovação científica e entre outros, digo de novo estude. Se você leu a história de Jó vai ver o quanto Deus lhe ama porque com tudo o que passou não blasfemou a Deus, e Deus não faz apostas porque ele é Deus, mas se você estudar, vai ver que o diabo foi questionar a Deus porque ele é o pai da mentira, mas Deus sabia das qualidades que Jó, como a sua fé inabalável e isso só aconteceu para que todos nós consigamos ver que não importa a adversidade da vida mas tenhamos fé em Deus para que vínhamos a alcançar a vitória sobre essas adversidades, através daquele que nos criou. Nunca fique com duvidas acreditando que a verdade esta totalmente naquilo que você pensa porque somos falhos, perfeito somente Deus, Jesus e o Espirito Santo, estude e você verá o que hoje não consegue ver, peça e aceite Jesus na sua vida que somente ele pode dar o verdadeiro entendimento e sentido na vida. Abraços.
    Observação: DEUS sem você continua sendo DEUS o nosso criador.
    Para reflexão estude o que é FÉ.

    1. Excelente amado irmão tenho acompanhado vários estudos e você não se desvia da palavra de Deus e continue levando a palavra de Deus irmão ainda que satanás queira difundir seje firme na palavra.

  9. Fala Milho! Como sempre SENSACIONAL!
    Como te falei no Telegram, além da edificação pessoal, seus posts tem ajuda a enriquecer, e muito, os sermões.
    Deus abençoe!

  10. Deus sem o homem não é nada, o homem sem Deus continua sendo o homem, a medida de todas as coisas. Leiam, estudem, parem de escever merda.

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